sábado, 9 de outubro de 2010

Etapa final dos Jogos Abertos do Paraná começa nesta sexta-feira (08/10).

A fase final dos 53.º Jogos Abertos do Paraná (Japs), em Maringá, começa na noite desta sexta-feira (8), às 20 horas, com o cerimonial de abertura no Ginásio de Esportes Francisco Bueno Neto (Chico Neto), e vai até o domingo (17) da semana que vem. Participam 3.657 atletas, em 393 equipes de 78 municípios, em 16 modalidades. Dessas equipes, 132 conquistaram vagas na fase regional reunindo aproximadamente 10 mil atletas de 191 municípios, em oito sedes.


“Em termos de organização esperamos a melhor fase final da história da competição, começando pela estrutura esportiva que Maringá oferece a melhor do Paraná. No ano passado, tivemos duas grandes competições nacionais na cidade, os Jogos Abertos Brasileiros e as Olimpíadas Escolares Brasileiras, para alunos de 15 a 17 anos. No caso das Olimpíadas Escolares, Londrina também participou como sede”, destaca o diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha.

Os Jogos Aberto do Paraná são disputados por seleções municipais, com atletas nascidos até 1992, menos na ginástica rítmica, até 1996. Os de futebol também não podem ser nascidos antes de 1989. As modalidades de bocha e futebol são só para o sexo masculino, e a ginástica rítmica só para o feminino. As demais são disputadas por homens e mulheres. A promoção é da Paraná Esporte em parceria com as sedes.

MODALIDADES - Na fase final, serão disputadas as modalidades de atletismo, basquete, bocha, bolão, ciclismo, futebol, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, tênis, tênis de mesa, vôlei, vôlei de praia e xadrez. Para os 652 jogos e provas nos nove dias de competição vão trabalhar 275 árbitros. Com os dirigentes e técnicos, em número de 517, e mais as equipes de apoio, estarão envolvidas na disputa mais de 5 mil pessoas.

As modalidades coletivas, a exceção do vôlei de praia, são disputadas em duas divisões. Na Divisão A estão os municípios pré-classificados em 2009, e na Divisão B, os municípios que disputaram vagas na fase regional, de 27 de agosto e 4 de setembro. O vôlei de praia e as modalidades individuais são em divisão única.

Em relação ao vôlei de praia, as sete melhores duplas do ano passado também entraram direto na fase final, assim como as duplas nos dois sexos da cidade-sede. Pela mesma razão as equipes da Divisão B de Maringá tiveram classificação automática, sem passar pela fase regional. Na fase regional, além das equipes da Divisão B (basquete, bocha, bolão, futebol, futsal, handebol e vôlei) e do vôlei de praia participaram as do xadrez. Já os representantes das demais modalidades individuais (atletismo, ciclismo, ginástica rítmica, judô, natação, tênis e tênis de mesa) entraram direto na fase final.

Como em anos anteriores, Maringá tem a maior delegação, com 300 atletas este ano, em todas as modalidades. Das modalidades disputadas em duas divisões, só não está na Divisão A no bolão. A segunda delegação em números é a de Londrina, que voltou a participar da competição no ano passado, com 295 atletas. Não participa do bolão e ginástica rítmica. Na sequência aparecem as deleções de Cascavel (237 atletas), Ponta Grossa (213) e Campo Mourão (210).

www.aen.pr.gov.br - www.paranaesporte.pr.gov.br

Ficha Limpa terá solução negociada

Uma saída para o impasse no julgamento da Lei da Ficha Limpa no Supremo Tribunal Federal (STF) está próxima de ser encontrada pelos ministros. É consenso no tribunal que esperar a indicação de um novo ministro, a quem caberia desempatar o julgamento, é o mesmo que deixar a decisão deste caso para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esvaziando o poder do Judiciário.

Internamente, os ministros engrossaram o discurso para que Cezar Peluso assuma a responsabilidade de presidente do tribunal e solucione o impasse.

Esperar a indicação de um novo ministro, para a vaga aberta com a aposentadoria de Eros Grau, traria outra consequência política difícil de administrar. O escolhido por Lula se tornaria refém dos senadores contrários à aplicação da lei e da pressão de partidos com interesse em livrar seus aliados fichas-sujas. O nome indicado tem de se submeter à sabatina e à aprovação pelo Senado.

Ministros argumentam que, passadas as eleições, não haverá mais sentido em discutir se a Lei da Ficha Limpa valia ou não para a disputa deste ano. A realidade, defendem, impôs uma definição. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já aplicou as novas regras e a lei já produziu seus efeitos: alguns candidatos desistiram da disputa quando seus registros foram negados e muitos fichas-sujas foram rejeitados pelos eleitores nas urnas. Foi justamente a discussão sobre a aplicação imediata da lei ou a postergação dos seus efeitos que levou o Supremo a um empate em 5 a 5, no julgamento, no final de setembro, às vésperas das eleições.

Essa ponderação é partilhada por ministros que votaram contra a aplicação imediata da Ficha Limpa e deve ser usada quando o recurso de Jader Barbalho (PMDB-PA) contra a decisão do TSE, que barrou sua candidatura ao Senado, for julgado pelo Supremo. O julgamento desse processo, por sinal, só ocorrerá quando houver a certeza de que não haverá novo empate.

Jader Barbalho foi barrado pela lei porque renunciou ao mandato de senador para evitar um processo de cassação. O caso é idêntico ao de Joaquim Roriz, ex-candidato ao governo do Distrito Federal, cujo processo foi responsável pelo impasse no STF.

Nos bastidores do Supremo, ministros afirmam que cabe ao presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso, a saída para esse impasse. Entendem que Peluso deve assumir uma posição de defesa da instituição.

Outros ministros ponderam que Peluso pode concluir o julgamento mesmo que haja um empate. Ele poderia proclamar o resultado, mantendo a decisão do TSE pela aplicação imediata da Ficha Limpa, ou desempatar, proferindo o chamado voto de qualidade. Mas esses ministros lembram que esse Peluso, não necessariamente, precisa repetir seu primeiro voto. Ele poderia votar contra a aplicação da lei, mas, em razão do empate, optar por uma decisão pactuada.

Mas a saída discutida pelos ministros não livra a Ficha Limpa de outros percalços. Os processos de Jader e de Roriz discutiam apenas se a renúncia ao mandato provocaria a inelegibilidade.

Não discutiam, por exemplo, o ponto nevrálgico da nova lei: se é constitucional proibir que políticos condenados apenas em segunda instância ou por órgãos colegiados fiquem inelegíveis.

Esse debate só ocorrerá quando o recurso de Paulo Maluf (PP-SP), que teve votos suficientes para uma vaga na Câmara, chegar ao Supremo. Não há prazo para que isso ocorra. Outro ponto da lei que o STF ainda precisará discutir é se políticos condenados por compra de votos pela Justiça Eleitoral ficam inelegíveis. Antes da aprovação da lei, não havia essa previsão. Com base nesse artigo, a Justiça Eleitoral barrou as candidaturas ao Senado de Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e de João Capiberibe (PSB-AP), que obtiveram votos suficientes para serem eleitos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=25885670

domingo, 3 de outubro de 2010

Dilma e Serra precisarão agora de força que faltou no 1o turno

SÃO PAULO (Reuters) - O sonho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de conseguir para sua candidata o que ele mesmo não alcançou se evaporou na linha de chegada do primeiro turno. Dilma Rousseff (PT) terá agora que enfrentar uma dura campanha de quatro semanas contra José Serra (PSDB) para tentar confirmar sua vitória parcial deste domingo.

A curva declinante dos últimos dias nas pesquisas eleitorais, confirmada nas urnas, mostra que a tarefa da petista não será fácil.

Mas a missão do ex-governador paulista também é bem complicada. Afinal, a realização do segundo turno foi muito mais resultado do fôlego da candidata do PV, Marina Silva, na reta final do que dos esforços do tucanos para reverter o que se desenhava há algumas semanas uma derrota humilhante.

Com 97,88 por cento dos votos apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral, Dilma tem 46,60 por cento dos votos, Serra soma 32,74 por cento e Marina, 19,51 por cento.

O segundo turno trará, necessariamente, uma mudança na estratégia de tucanos e petistas. A começar pela disputa sobre os quase 20 milhões de votos que a evangélica Marina conseguiu.

As declarações durante a campanha, sua história antiga e os fatos mais recentes indicariam para a neutralidade da candidata verde no segundo turno. Mas o PV pode preferir assumir um lado. Há os que apostam que o apoio do partido será para os tucanos.

Mas se a transferência de votos de Lula não foi automática para Dilma, não é fácil arriscar para onde irão os eleitores de Marina.

Antigos petistas desiludidos com o escândalo envolvendo Erenice Guerra, ex-auxiliar de Dilma, na Casa Civil que decidirão votar em Marina podem ter dificuldade de votar em Serra.

Mas os eleitores que foram influenciados pelos ataques de líderes evangélicos nos últimos dias contra a candidata governista e o PT em função de temas polêmicos como o aborto dificilmente deixarão de apoiar Serra.

FORA DO PROGRAMADO

Lula trabalhou o tempo todo para que a disputa ficasse polarizada entre Dilma e Serra, a quem derrotou oito anos atrás, de modo a garantir a eleição já no primeiro turno, o que não conseguiu nas duas vezes que venceu a disputa pela Presidência.

Neste esforço rifou a candidatura de seu aliado e ex-ministro Ciro Gomes (PSB), que brigaria por votos no campo lulista.

Dilma colou em Lula e apostou na transferência de votos do presidente, usando o horário eleitoral gratuito para mostrar sua ligação a ele e os feitos do governo nos últimos oito anos. Ignorou os ataques, as acusações e denúncias. Tentou voar no céu de brigadeiro da popularidade de Lula e deu certo durante boa parte do tempo.

Mas o resultado do primeiro turno parece mostrar que ela vai precisar mais do que isso para ser eleita.

Serra, do seu lado, tem nas próximas semanas a chance de encontrar um foco adequado para sua campanha, que tentou não trombar com Lula --usando inclusive imagens do presidente com o tucano-- e se mostrar como um candidato da continuidade ao mesmo tempo que sua campanha atacava Dilma e o PT.

(Edição Maria Pia Palermo)


http://br.eleicoes.yahoo.net/noticia/dilma-e-serra-precisar-o-agora-de-for-a-que-faltou-no-1o-turno.html

Direita ou esquerda? Identifique qual tipo de ideologia você segue (ou não)


"Para entender uma ideologia, a primeira providência é procurar a fonte diretamente", recomenda o escritor e jornalista baiano João Ubaldo Ribeiro em "Política", lançado em setembro deste ano pela editora Objetiva.
No capítulo 15, chamado de "Ideologias e a Vida de Todo Dia", Ubaldo Ribeiro dedica dez páginas para esclarecer e descrever os tipos de ideologias que regem (ou não) nosso pensamento.
Segundo ele, a ideologia está relacionada com a existência de classes sociais. Considerando que a noção de "classe social" é muito complexa, o jornalista explica que há um ramo da ciência da sociedade dedicado a ela e a fenômenos correlatos, chamado "estratificação social". Além das ideologias de direita, de esquerda e outras ramificações, o escritor ressalta as tidas como "básicas".
"As 'ideologias básicas', numa sociedade capitalista, seriam a dos proprietários dos meios de produção e a dos não proprietários - capitalistas e não capitalistas assalariadores e assalariados, burgueses e proletários ou como se queira chamar os dois pólos de nosso esquema dicotômico (na verdade, os especialistas costumam discutir muito os conceitos designados por essas diferentes palavras, mas você pode pensar neles depois, se quiser tornar-se um especialista."
Ele comenta que o leitor/eleitor pode fazer uma "redução" à ideologia básica ao endereçar a ela perguntas do tipo "Que conseqüências concretas tem a aceitação dessa maneira de pensar ou dessa opinião?", "De que depende, para ser válida?", "A quem, em última análise, interessa?", "De quem é esta "verdade"?" e "Será a "verdade" de todos?". Assim, descobrirá as dicotomias.
No volume, Ubaldo Ribeiro estabelece as principais características das ideologias de direita e de esquerda. As posições de direita tendem a presumir que existem certas características imutáveis do homem, conforme o jornalista. É necessário, assim, usar essas características para o bem comum, mesmo que ele possa vir a justificar privilégios.
"Entre as verdades da Direita, está a de que realmente certas coisas não têm jeito e algumas pessoas serão sempre melhores do que outras e, portanto, se darão melhor na vida. É possível aprimorar as condições de vida de todos, inclusive porque é natural para o homem querer melhorar sua vida e é também natural que, depois de ter seus próprios problemas resolvidos, até procure ajudar nesse aprimoramento geral", afirma.
Já, na prática, o que hoje se conhece por esquerda diz respeito às posições próximas ou identificadas com aqueles que almejam a socialização da economia, ou seja, a abolição da propriedade privada e a estatização dos meios de produção.
Sobre a distinção entre as duas ideologias, o jornalista assume que o sentido dado a elas "vai quebrando o galho" nos jornais e nos bate-papos, mas não resiste a uma análise um pouco mais rigorosa.
"Muita gente a concluir, por exemplo, que não se pode chamar de "Esquerda" o aparato dominante nos países socialistas, mas, sim, de "Direita", tamanho o conservadorismo desses aparatos, o papel opressor que o Estado muitas vezes assume o caráter totalitário e assim por diante. Além disso, como chegamos a ver o termo "Esquerda", em Política, tem tido sempre uma conotação de oposição ou contestação ao estabelecido."
O ideal seria não sermos tiranizados, segundo Ubaldo Ribeiro, nem amedrontados pelos rótulos, mas assumirmos a consciência de nosso lugar na coletividade.
"Podemos mesmo chegar a ver o mundo de forma ideologicamente consciente e agir de acordo com essa consciência, pois, afinal, somos o limite de nós mesmos. A conscientização ideológica gera paixões, sim. Mas só podemos ser grandes se houver paixão", finaliza.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/808378-direita-ou-esquerda-identifique-qual-tipo-de-ideologia-voce-segue-ou-nao.shtml

Mulher pode ter mais espaço na Câmara, avalia pesquisador

O número de deputadas eleitas agora em 2010 pode crescer 40% em relação ao das últimas eleições. É o que prevê o pesquisador Demóstenes Alves, em entrevista há pouco à Rádio Câmara, com base no aumento do número de mulheres candidatas.

Ele acredita que haverá 63 deputadas na próxima legislatura, 18 a mais que as eleitas em 2006, constituindo o maior aumento absoluto da história. Se a previsão se confirmar, as mulheres vão ocupar, pela primeira vez, mais de 10% das cadeiras na Câmara.

Para a deputada Janete Pietá (PT-SP), duas novas normas eleitorais contribuem para a evolução da presença feminina no Parlamento: a que destina 5% do Fundo Partidário à formação política de lideranças femininas, e a que garante participação mínima de 10% para as mulheres na propaganda eleitoral partidária.

Apesar do avanço, o número de deputadas no Brasil ainda vai permanecer bem abaixo da média mundial, que é de 19,1% das cadeiras parlamentares.

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/150591-MULHER-PODE-TER-MAIS-ESPACO-NA-CAMARA,-AVALIA-PESQUISADOR.html

Diplomata francesa elogia modernidade da votação no Brasil

A diplomata francesa Cecile Merle, que integra o grupo de 150 observadores internacionais das eleições brasileiras, afirmou há pouco em entrevista à Rádio Câmara ter ficado impressionada com a modernidade do sistema de urnas eletrônicas adotado pelo Brasil. Ela também elogiou o fato de o voto dos brasileiros residentes no exterior ser levado em conta.

Segundo a diplomata, a presença dos observadores no Brasil não tem como foco a fiscalização. "Sabemos que as eleições brasileiras são transparentes, temos muito o que aprender com esse modo de votar", afirmou.

No fim da tarde, os 150 observadores retornarão ao TSE onde serão recebidos pelo presidente, ministro Ricardo Lewandowski, para tratar de acordos e convênios.

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/150593-DIPLOMATA-FRANCESA-ELOGIA-MODERNIDADE-DA-VOTACAO-NO-BRASIL.html

Competência nós temos...só falta utilizar de forma correta!

Sem candidato, mandato de Nivaldo Mazzin é prorrogado


“O clube passa por um vácuo de poder” disse ontem o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético Clube Paranavaí (ACP), Cláudio Aparecido de Souza. Na eleição programada para o último dia 29, não houve registro de chapa para a diretoria executiva e com isso o mandato do atual presidente, Nivaldo Mazzin, foi novamente prorrogado. Segundo Cláudio de Souza, a prorrogação é apenas por 10 dias, período em que o Conselho Deliberativo tentará manter reunião com o prefeito Rogério Lorenzetti como forma de encontrar um nome para o cargo.


Por ser “o clube da cidade”, Cláudio de Souza vê a parceria com a administração municipal como fundamental para manter o clube no Paranaense da 1ª Divisão. Ele falou de “uma guerra entre os poderes”, no caso entre o prefeito e a diretoria do ACP.

“O prefeito fala que está tudo tranqüilo e o Nivaldo também, mas nos bastidores não é bem assim, alguém está fritando alguém”, revelou o presidente do Conselho Deliberativo. Acrescentou que tem a informação de que o prefeito sugeriu uma mudança de presidente e é isso que o Conselho tentará ouvir do próprio prefeito.

“Não existe condições de tocar o time sem a parceria com a administração e com o próprio prefeito e eles não estão caminhando na mesma direção. Esta parceria já deixou a desejar neste ano”, frisou Cláudio de Souza, preocupado com a situação. Diz que em novembro a diretoria já tem de ter um técnico e em dezembro pelo menos 70% do time treinando para iniciar o campeonato em janeiro.

Com o título da 1ª divisão do paraense de 2007, o ACP vive uma situação estranha na sua história. Mesmo em tempos de crise financeira séria, havia sempre candidatos a presidente. Considerado o órgão de maior divulgação do município, o ACP enfrenta este problema neste ano. “Do jeito que está, vai atrapalhar a montagem da equipe e montar o time em cima da hora não é o correto”, diz Souza.

A alternativa seria prorrogar o mandato de Nivaldo Mazzin, o que já vem sendo feito. Porém, Mazzin afirmou sua vontade de deixar o Vermelhinho, justamente por entender que não teve respaldo da administração.

Para Cláudio de Souza, o ACP depende da parceria com a administração, por isso pretende manter a reunião com o prefeito para que ele indique um nome para assumir a presidência. “Se ele (o prefeito) não quer o Nivaldo, terá de dar uma opção pra gente”, finalizou Cláudio Aparecido de Souza.

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