quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

ACP "B" perdeu amistoso desta quarta-feira (14.12), contra o Colorado A.C. (Maringá).






O jogo treino desta quarta-feira (14/12) realizado às 16h00 no Estádio Municipal Waldemiro Wagner, com o time “B” do vermelhinho, contra o Colorado Atlético Clube de Maringá que disputou a 3ª Divisão do Campeonato Paranaense 2011, teve como finalidade, que o Técnico Itamar Bernardes avaliasse o grupo para definir quem ficará integrado ao elenco principal durante o Campeonato Paranaense de Futebol 2012.

O primeiro tempo teve mais movimentação e o destaque foi para a vontade dos dois times em procurar o gol. O Colorado apresentou maior volume de jogo e mais objetividade nas finalizações. O primeiro gol foi resultado de uma bobeira da zaga do vermelhinho que deixou o goleiro Pedro sem alternativa e na disputa pela posse de bola, foi marcada a falta a favor do Colorado A. Clube. Na cobrança, aos 15 minutos o camisa 10 (Maicon) realizou uma cobrança perfeita que passou pela barreira e foi no canto do goleiro Pedro, que não teve chance de defesa, abrindo o placar em ACP “B” 00 x Colorado A.C. 01.

O segundo tempo, o vermelhinho “B” retornou com várias mudanças do vestiário, da mesma forma que o Colorado A.C. O jogo ficou truncado e sem grandes chances para os dois times.

Aos 09 minutos em uma boa triangulação na pequena área do vermelhinho o camisa 18 (Jacson), ampliou o placar em ACP “B” 00 x Colorado A.C. 02.

Após o segundo gol o time do Colorado diminuiu a pressão e conseguir determinar o ritmo do jogo. O vermelhinho buscou reação, mas somente aos 37 minutos em uma jogada em velocidade pela lateral, Vitor Hugo conseguiu marcar para o ACP “B” 01 x Colorado A. Clube 02, ficando o placar final.

Elenco do ACP “B”: Rudi/Pedro/André Schueroff, Douglas, Gabriel Bellanda, Kallil, Natan, Denis, Pedrinho, Daniel, Rodrigo, Alex, Juninho, Cleverson, David, Guilherme Trindade, Andrey, Victor Hugo.
Comissão Técnica: Silas Sanches, Prep. Físico: Billy de Paula, Roupeiro: Antônio Carlos (Vanuza)

Elenco do Colorado Atlético Clube (Maringá): Rodolfo Rosa, Bruno Henrique, Tiago Alves, Mauro Filho, Elton Manoel, Jose Apdo da Silva, Bruno Vieira, Edenilson Santos, Flavio Marques, Diego Carvalho, Maicon, Rodrigues, Alex dos Santos, Robson Fernandes, João Paulo Martins, Geovane dos Santos, Marcelo Medeiros, Vinicius de Jesus, Jacson Souza, Erick Francisco, Vangleison Silva, Érick Lara, Daniel.
Comissão Técnica: Jose Renato P. Castro, Prep. Físico: Dener Costa, Massagista: Cristóvão Gonçalves.

O Técnico Itamar Bernardes após o jogo conversou com o Técnico da Base Silas Sanches, juntamente com o Diretor de Futebol Lourival Furquim e até o final de semana o elenco será anunciado.

Também chegou para se integrar ao elenco, o atacante Tardeli Aguilera Coelho, de 23 anos, que já jogou em clubes Paranaenses, sendo eles Nacional de Rolândia, Operário F.C, como também jogou no Vila Aurora-MT, Coxim de Rondônia e Guarani do Ceará.

Atletismo de resultados em todos os lugares

Mesmo sem possuir uma estrutura adequada para a prática do esporte, a equipe de atletismo de Paranavaí é um celeiro de talentos. Dezenas de atletas Paranavaienses já defenderam a seleção brasileira em competições de nível internacional e trouxeram medalhas e troféus para nossa cidade. Por esse motivo o atletismo tem espaço de destaque na história esportiva de Paranavaí.

Em 2011, os atletas de Paranavaí conseguiram mais uma proeza: disputaram os Jogos Abertos do Paraná com a classificação inédita de quarto lugar, deixando para trás cidades com mais população maior e com muito mais estrutura.

O professor Ademir Nicola Francisco (Mimi) há anos ajuda a escrever essa história. Nome de referência nacional, ele é um dos técnicos que orientam os atletas na pista do Colégio Estadual de Paranavaí. O nome de Mimi é referência no atletismo do estado e do país.

Em entrevista ao DN ele contou um pouco dessa história. Iniciou suas atividades como atleta e deu uma pausa quando se mudou para Maringá para fazer o curso de Educação Física. Ao retornar a Paranavaí, tornou-se funcionário de carreira do Estado e desde então se especializou em treinar atletas e formar campeões.

Ele diz que os atletas de Paranavaí passaram a ter mais destaque no ano de 1983, quando a Farmácia São Lucas patrocinou a filiação deles na Federação de Atletismo. Antes disso os atletas se destacavam nas competições estudantis.

O treinador falou que hoje em dia a situação financeira acaba obrigando cada vez o jovem a trabalhar mais cedo. “Antigamente os alunos tinham mais tempo para os treinamentos. Nos dias atuais se veem obrigados a abandonar o atletismo para garantir o sustento. Seria interessante se tivéssemos estrutura para segurar esses talentos mais tempo nas pistas. Com certeza o resultado seria muito positivo”, fala Mimi.

Outro ponto que ajudaria a elevar a qualidade dos atletas da cidade é a construção de uma estrutura adequada para a prática do atletismo. A atual pista não tem as medidas oficiais e não recebe uma reforma há muito tempo, sem falar que o material de treinamento é insuficiente.

“As autoridades municipais fizeram um projeto e estão tentando recursos federais para a construção de uma pista com piso sintético. Se isso sair do papel será um passo importante para a formação de novos atletas que não correrão o risco de contusões, coisa que acontece na atual pista”, opinou o treinador.

Mimi fala com orgulho dos diversos talentos que ajudou produzir no esporte. Mas o que deixa ele mais contente é relembrar que muitos atletas que possivelmente não teriam oportunidades na vida conseguiram aproveitar as oportunidades e hoje são pessoas formadas e são destaques em suas áreas de atuação.

Sobre os novos talentos, diz que a maioria chega da mesma maneira. “Eles chegam juntos com algum amigo que já treina na pista. Aí entra os olhos dos técnicos que vai avaliar o atleta e ver onde ele tem mais aptidão. O ideal seria que os professores começassem nos indicar os alunos que mais se destacam, mas infelizmente isso não acontece”, falou o técnico.

O que se percebe é que nos 59 anos de vida o município de Paranavaí houve uma evolução natural em todas as áreas, e isso ocorreu também no esporte. A diferença é que no esporte, a evolução foi possível basicamente pelo amor e dedicação das pessoas.

Fica a esperança de que as sementes que estão sendo plantadas no momento renderão bons frutos no futuro. Com certeza no próximo aniversário teremos mais motivos para comemorar as conquistas da área esportiva, afinal somos um celeiro de talentos.

Fonte: ROBSON FRACAROLI - Da Redação - www.diariodonoroeste.com.br - edição 14.12.2011

O São Lucas Futsal não poderia ficar de fora nesta homenagem ao esporte

SÃO LUCAS - O Ginásio de Esporte Antônio Lacerda Braga completamente lotado, ingressos esgotados e gente do lado de fora querendo entrar. Foi essa a realidade dos últimos jogos disputados pela equipe do São Lucas, em Paranavaí, neste ano. Prova da força do futsal, que a modalidade ainda desperta interesse nos torcedores.

A equipe fechou o ano com um honroso segundo lugar no principal campeonato de futsal do Paraná. Trata-se de uma façanha levando em conta os altos investimentos feitos pelas equipes concorrentes. Só para ter uma ideia o time de Cascavel (campeão) tinha uma folha de pagamento três vezes superior em relação ao time de Paranavaí.

O São Lucas teve inicio há 32 anos com o encontro semanal de amigos que jogavam futebol de salão. Logo começaram a disputar torneios locais e daí para se filiar na Federação Paranaense foi rápido.

O nome inicial era Farmácia Brasília, mas no mesmo ano de sua criação, passou a Farmácia São Lucas. Depois, com a venda do estabelecimento comercial, Mazzin fixou o nome de São Lucas. Atualmente, o São Lucas é o time mais antigo filiado à Federação Paranaense de Futsal e o único que disputou todas as edições da primeira divisão do Campeonato Paranaense.

Nivaldo Mazzin fundou o clube e permanece até hoje na sua direção. Ele se emocionou ao lembrar-se das histórias da equipe e concluiu que se pudesse voltar no tempo não mudaria nada, talvez viveria alguns momentos com mais intensidade.

O presidente já foi atleta, massagista, roupeiro e motorista. Além disso, ele lembra que desempenha outra função tão importante quanto às anteriores - a de “pai” dos jogadores, uma vez que os atletas formam uma família unida por 10 meses no ano.

“Formamos o time e ficamos juntos por cerca de 10 meses. Faço questão de estar almoçando com os atletas e passando domingos e dias festivos junto a eles. Muitas vezes faço papel de pai já que seus pais estão longe”, fala Mazzin.

Na opinião do presidente, o maior patrimônio do São Lucas é a história escrita ao longo dos anos. Ele acredita que isso faz com que a paixão pelo time passe de pai para filho.

“Muitas vezes passa um filme em minha cabeça. Lembro-me de torcedores que levavam seus filhos em nossos jogos. Hoje eles continuam indo com os filhos e mais os netos. Isso é saudável e gratificante, não tem dinheiro no mundo que paga a emoção de poder proporcionar isso a tantas pessoas”, confessa.

Dos momentos ruins vividos pela equipe o presidente ressalta o ano de 1996. Naquela época faltou pouco para ser desfeito o time. Mas como sempre na história do São Lucas, a união e a paixão falaram mais alto, o time sobreviveu aos problemas e está na ativa até hoje.

ESCOLA DE FUTSAL - Além do time principal, o São Lucas possui uma escolinha de futsal que atende em média 500 crianças. Foi nessa escolinha que nasceram diversos talentos que brilharam em diversas partes. São jogadores que chegaram até disputar partidas pela seleção brasileira de futebol.

Mas, na opinião de Mazzin, o maior patrimônio de toda essa história da categoria de base é o alto número de homens que tiveram o caráter lapidado. “Quando olho para as categorias de base vejo que não estamos apenas descobrindo talentos. Estamos trabalhando e lapidando o caráter de futuros homens que irão formar e constituir suas famílias”, diz Mazzin.

Fonte: www.diariodonoroeste.com.br - 14.12.11


Furquim é homenageado na comemoração de 59 anos de Paranavaí


O esporte teve seu merecido destaque na edição especial de hoje quarta-feira (14.12.11) do jornal Diário do Noroeste, um dos maiores veículo de comunicação de Paranavaí e região, com a comemoração do aniversário de 59 de Paranavaí.

O ACP teve um belo relato de sua história, através da homenagem ao Diretor de Futebol Lourival Furquim.


"Esporte é um belo capítulo na história de Paranavaí


Paranavaí comemora hoje 59 anos. Inicialmente, os cafezais eram a mola propulsora da economia local e, como conseqüência, grande parte da população residia ou trabalhava nas propriedades rurais. Era justamente nessas localidades que aconteciam os campeonatos amadores de futebol.

Fazenda contra fazenda, localidades que tinham famílias tradicionais patrocinando seus times rurais. Sem sombra de dúvidas era a paixão nacional desenvolvida nos campos ao lado dos cafezais.

Com o passar dos anos, várias transformações econômicas moldaram o perfil da cidade e a economia se tornou diversificada. O passado dos cafezais ficou para a história. No entanto, o amor pelo esporte e, principalmente, pelo futebol, continuou no coração dos novos e tradicionais Paranavaienses. Uma história paralela foi escrita.

A grande referência sempre foi o Atlético Clube Paranavaí (ACP), criado em 1946, antes mesmo da instalação oficial do município. E este tradicional clube de futebol teve sua conquista máxima em 2007 - campeão paranaense da 1ª divisão.

Além do Atlético Paranavaí, tem o time de futsal do São Lucas, que esse ano conseguiu chegar às finais do Campeonato Paranaense de Futsal da Chave Ouro (foi vice-campeão).

Uma modalidade de destaque é o atletismo que, mesmo com os atletas não dispondo de uma estrutura adequada para treinamentos, disputam e ganham várias competições de destaque no país e até no exterior.

Vendo essa história de amor ao esporte, de determinação e superação, o DN dedica uma referência a quem fez e a quem faz o crescimento do esporte de Paranavaí em todos os seus setores. Afinal, diversos atletas, nascidos aqui, foram revelados, ganharam o Brasil, destacando o nome de Paranavaí, dando orgulho aos Paranavaienses.

Para falar mais sobre o esporte de Paranavaí, o Diário do Noroeste conversou com desportistas de Paranavaí - Lourival Furquin, diretor de Futebol do Atlético Paranavaí desde 1992; Nivaldo Mazzin, diretor do São Lucas Futsal; e com Ademir Nicola Francisco (Mimi), professor e técnico de atletismo, responsável pelo descobrimento de inúmeros atletas.

Eles relembraram fatos históricos e falaram dos dias atuais. Em comum, o que se vê é o desejo de, a cada dia, produzir mais talentos e dar oportunidades que somente o esporte proporciona às crianças e jovens.

O Atlético Clube Paranavaí é um dos mais tradicionais times do futebol paranaense. Fundado em 1946, jamais teve o nome e a cor dos uniformes alterados. No início, o chamado Vermelhinho apenas disputava campeonatos amadores.

No início dos anos 60, o clube passou a disputar a segunda divisão do futebol paranaense. Já em 1967, venceu a liga e passou para a primeira divisão. De lá para cá, o time ora caía para a segunda divisão ora subia. Na história recente, o Vermelhinho conseguiu ser vice-campeão da 1ª Divisão em 2003 e campeão em 2007. Como curiosidade: em 2003, o time de Paranavaí perdeu apenas um jogo em todo o campeonato, justamente na final para o Coritiba, que se tornou campeão invicto. A decisão foi no Couto Pereira, em Curitiba

O diretor de Futebol do Atlético Paranavaí, Lourival Furquin, faz parte da história do clube desde 1992. Aliás, não é exagero afirmar que ele começou sendo pé quente. Naquele ano o vermelhinho foi campeão da Divisão Intermediária e voltou para a Primeira Divisão do Paranaense.

Em 20 anos de clube, Furquin lembra de vários momentos da equipe. Além de 2003 e 2007, o dirigente ressalta o ano de 2009 quando o time corria risco de rebaixamento para a segunda divisão e numa arrancada surpreendente conseguiu reverter a situação, fechando entre os oito melhores da competição.

Sobre a longevidade do time, Furquin explica que o segredo está na união das forças locais. "Se não fosse a prefeitura e os empresários com certeza essa história de sucesso não existiria. Além disso, o ACP tem diversos colaboradores que trabalham voluntariamente para fazer o time acontecer todos os anos", afirmou o dirigente.

A dificuldade de não ter um calendário para manter o time em atividade durante todo o ano é hoje o maior problema. Ele explica que a história se repete ano após ano e os dirigentes têm dificuldade para montar uma equipe competitiva às vésperas de iniciar as competições.

Mesmo assim o diretor explica que o profissionalismo vem sendo o caminho trilhado pelas diretorias para fazer o time ter bons resultados.

"Temos a paixão pelo Vermelhinho, mas não administramos o time com o coração. Existe um planejamento que o futebol profissional exige nos dias de hoje. Tomamos medidas que as empresas tomam no seu dia a dia. Acredito ser isso o motivo dos bons resultados dentro do campo", diz Furquin.

O diretor acredita que mesmo num campeonato em que cada vez mais o dinheiro dos grandes clubes vem fazendo a diferença, o sonho do campeonato não é algo distante. Furquin diz que, a princípio, todo time é montado para evitar o rebaixamento e de acordo com o andamento da competição os projetos são construídos.

"Foi assim que conseguimos chegar ao vice-campeonato em 2003. Alguns pessimistas falaram que isso nunca mais aconteceria. Em 2007 conseguimos chegar a outra final e saímos campeões. Portanto, eu acredito que poderemos ser campeões novamente", falou o diretor."

Fonte: Diario do Noroeste

Comissão de Vistorias da FPF faz exigência para liberação do WW


“Hoje o Estádio (Waldemiro Wagner) não estaria liberado, se não atenderem as exigências mínimas não será liberado”. O alerta é de Reginaldo Cordeiro, presidente da Comissão de Vistoria da Federação Paranaense de Futebol, que esteve ontem em Paranavaí. A comissão apontou falhas no Estádio Waldemiro Wagner, algumas classificadas de crônicas, e para liberá-lo para jogos do Estadual 2012, Cordeiro exige reparos urgentes. “Temos normas a seguir pela legislação federal, pois somos cobrados também pelo Ministério Público.


Algumas correções são criticas e crônicas, estamos pedindo há três ou quatro anos”. Reginaldo Cordeiro apontou infiltrações nos tetos dos sanitários para o público e nos vestiários, além de problemas sérios de umidade e fiações expostas. Uma série de itens foram relacionados, mas basicamente são de manutenção e de fácil realização, porém, a comissão exige banheiros para pessoas portadoras de necessidades especiais, e o envio de laudos técnicos até 30 dias antes do início do campeonato.


“Quem for profissional irá se estabelecer, quem não cumprir terá que jogar a 100 km de seu Estádio”, afirmou Reginaldo Cordeiro, acrescentado que 85% das indicações da comissão terão de ser feitas para que o WW seja liberado.

“Iremos aguardar os laudos complementares da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e laudos de engenharia. Temos que zelar pelo conforto e pela segurança de todos os torcedores, imprensa, atletas e arbitragem”, afirmou Reginaldo.

MINIMIZA - Pedro Aete Dantas, que administra o WW, minimizou as exigências da comissão. “A única exigência nova que apareceu são os banheiros para cadeirantes. Dá para fazer isso tranquilamente, não vejo nenhum problema. Confio na liberação do Estádio, o que temos de fazer, os projetos já estão prontos, a prefeitura irá autorizar a realização”.

Moacir Ferreira Maciel, engenheiro da Prefeitura, frisa que o WW é um dos melhores do interior do Paraná, acrescentando que as adequações relacionadas serão atendidas pela administração. “É questão de manutenção de sanitários em banheiros, luminárias e iluminação de emergência, nada de complexo. Os torcedores podem ficar tranqüilos que teremos jogos em Paranavaí”, disse Maciel.

O chefe da Vigilância em Saúde, José Marchi, igualmente não vê problemas na liberação do WW. “Algumas coisas terão que ser feitas, mas são poucas, todas as exigências serão sanadas, nada que prejudique ou interdite o nosso estádio”.

O major Kosloski, do 8º BPM, diz que ter um laudo que é realizado todos os anos. “Fazemos um acompanhamento e estamos fazendo esta vistoria há algum tempo. O estádio está em condições de receber jogos. Têm algumas restrições que classificamos como simples, acredito que a administração municipal em pouco tempo irá resolver”.

Foto: Fabiano Fracarolli

Fonte:

http://www.diariodonoroeste.com.br/img_sis/download/eafc91a597277f3fd09150b0b7ae824f.pdf


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Confirmado 1º amistoso visando Campeonato Paranaense de Futebol 2012






Confirmado o 1º jogo amistoso do ACP visando os preparativos para a disputa do Campeonato Paranaense de Futebol 2012. Será neste sábado (17/12) no Estádio Municipal Waldemiro Wagner, às 20h30 contra o Roma de Apucarana.

A diretoria já definiu o valor do ingresso para este amistoso em R$ 10,00 e mulher não paga.

O torcedor deve observar que somente os portões da arquibancada coberta é que serão abertos.

Somente as carteirinhas de estudantes com datas é que serão aceitas na portaria para aquisição da meia entrada, da mesma forma que os idosos acima de 65 anos com carteira de identidade.

Os doadores de sangue devem seguir a determinação do Hemonúcleo, ou seja, apresentar o certificado cedido pelo órgão citado, após a confirmação da 3ª (terceira) doação dentro do período de 12 meses.

As carteiras de sócio ouro já estão no final, reiteramos que este ano foi colocado a venda apenas 200 (duzentas) unidades e que faltam apenas 50 (cinquenta). Os interessados efetuar contato com Galvão através do telefone (44) 9942-2222 e Rodrigues (44) 8827-7062.

Os ingressos para o amistoso ACP x Roma de Apucarana, serão vendidos antecipadamente nos locais tradicionais e já conhecidos do torcedor, mas estaremos publicando nos próximos dias, todos os locais confirmados.

O novo uniforme será utilizado no jogo amistoso de sábado e a diretoria está planejando uma exposição no calçadão a partir das 09h30, para divulgação dos novos patrocinadores e vendas dos ingressos antecipados.

Jogo treino quarta-feira (14/12) no Estádio M. W W






O vermelhinho folgou na tarde de domingo e no período da manhã de segunda-feira (12.12) reapresentando-se às 17h desta segunda-feira.

Após 15 dias do inicio de pré-temporada realizado sob forte calor em Paranavaí, o elenco do vermelhinho aos poucos já estão se adaptando ao clima.

As atividades da tarde foram intensificados com trabalhos físicos visando resistência. Para terça-feira (13/12), de manhã as atividades serão desenvolvidas na Academia MG e a tarde trabalho técnico no WW.

O jogo treino de quarta-feira (14/12), será às 16h00 no Estádio Municipal Waldemiro Wagner, com o time B do vermelhinho, sendo convocados os atletas: Rudi/Pedro, Douglas, Gabriel Bellanda, Kallil, Natan, Denis, Pedrinho, Daniel, Rodrigo, Alex, Juninho, Cleverson, David, Guilherme Trindade, Andrey, Victor Hugo. Este jogo será contra o Colorado Atlético Clube de Maringá que disputou a 3ª Divisão do Campeonato Paranaense 2011.