O técnico Silas Sanches disse ter ficado surpreso com o amadurecimento do elenco na estréia da Copa Tribuna contra o Cianorte. Um jogo considerado como um derby regional e os atletas ao entrar em campo demonstraram bastante determinação. O empate não deixou de ser um bom resultado porque a estréia é sempre uma expectativa e este ano em especial a mudança foi radical quanto à formação do elenco. Silas também está paralelamente treinando o elenco que representará o município de Paranavaí para disputa dos Jogos Abertos do Paraná que ocorrerá no final de agosto. Uma expectativa quanto ao 2º jogo também em casa enfrentando o Foz do Iguaçu neste sábado no Estádio Municipal Waldemiro Wagner às 15h00.
Téc. Silas Sanches fala da estréia na 51ª Copa Tribuna e da 2ª rodada com Fóz do Iguaçu Jr
Vídeo you tube: http://www.youtube.com/watch?v=lLaS1hfowfM
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Foz do Iguaçu líder de novo!!
A 3ª rodada do 2º turno da 2ª fase do Campeonato Paranaense de Futebol 2ª Divisão, aconteceu na quarta-feira (11/08) e o Sport Campo Mourão recebeu o São José no Estádio Municipal Roberto Brezinski e os donos da casa venceram por 03 a 01.
Na quinta-feira (12/08) foi o Roma que recebeu o Arapongas e venceu de virada por 2 a 1 no Bom Jesus da Lapa pela penúltima rodada da divisão de acesso. Com a vitória do Roma, o Foz do Iguaçu assume a liderança do hexagonal final com 16 pontos, o Roma e Arapongas empatados com 15 pontos.
A Portuguesa Londrinense recebeu o Foz do Iguaçu nesta quinta-feira (12/08) no estádio do Café terminando com a vitória dos visitantes por 02 a 01.
Foz do Iguaçu assume a liderança com 16 pontos.
Arapongas e Roma empatados com 15 pontos.
Campo Mourão com 10 pontos
Portuguesa Londrinense com 04 pontos.
Fonte: www.futebolparanaense.net
Na quinta-feira (12/08) foi o Roma que recebeu o Arapongas e venceu de virada por 2 a 1 no Bom Jesus da Lapa pela penúltima rodada da divisão de acesso. Com a vitória do Roma, o Foz do Iguaçu assume a liderança do hexagonal final com 16 pontos, o Roma e Arapongas empatados com 15 pontos.
A Portuguesa Londrinense recebeu o Foz do Iguaçu nesta quinta-feira (12/08) no estádio do Café terminando com a vitória dos visitantes por 02 a 01.
Foz do Iguaçu assume a liderança com 16 pontos.
Arapongas e Roma empatados com 15 pontos.
Campo Mourão com 10 pontos
Portuguesa Londrinense com 04 pontos.
Fonte: www.futebolparanaense.net
Por que a sexta-feira 13 é considerada um dia de má sorte?
Na América do Norte e na Europa, uma parcela significativa da população se comporta de maneira estranha em sextas-feiras 13. Nesse dia, essas pessoas não entram em aviões, não dão festas, não se candidatam a empregos, não se casam, nem iniciam um novo projeto. Algumas dessas pessoas nem vão trabalhar. Nos Estados Unidos, cerca de 8% da população tem medo da sexta-feira 13, uma condição conhecida como parasquavedequatriafobia. A "sexta-feira 13", como conhecemos, está enraizada em muitas tradições e culturas.
A superstição acerca da sexta-feira 13 é na verdade uma combinação de dois medos separados: o medo do número 13, chamado triskaidekafobia, e o medo de sextas-feiras. A fonte mais familiar de ambas as fobias é a teologia cristã. O treze é significativo para os cristãos porque é o número de pessoas que estavam presentes na última ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o décimo terceiro a chegar.
Os cristãos, tradicionalmente, têm mais cautela com as sextas-feiras por Jesus ter sido crucificado nesse dia. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira, e que o grande dilúvio começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos não iniciavam nenhum novo projeto ou viagem em uma sexta-feira, por medo de que o esforço fosse condenado desde o princípio.
Os marinheiros eram particularmente supersticiosos nesse sentido e costumavam recusar-se a embarcar em sextas-feiras. De acordo com uma lenda, no século 18, a Marinha Britânica comissionou um navio chamado H.M.S. Friday (sexta-feira em inglês) com a intenção de suprimir a superstição. A marinha selecionou a tripulação em uma sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday para ser o capitão do navio. E assim, em uma manhã de sexta-feira, o navio partiu em sua primeira viagem - e desapareceu para sempre.
Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos com as sextas-feiras em oposição geral às religiões pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigg, a deusa nórdica do amor e do sexo. Essa forte figura feminina, de acordo com os historiadores, representava uma ameaça ao cristianismo, que era dominado por homens. Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo.
Alguns ligam a infâmia do número 13 à cultura nórdica antiga. Na mitologia nórdica, o amado herói Balder foi morto em um banquete com o deus do mal Loki, que se infiltrou em uma festa de 12, totalizando um grupo de 13. Essa história, bem como a história da Santa Ceia, leva a uma das mais fortes conotações do número 13. Nunca se deve sentar-se à mesa em um grupo de 13.
Outra parte significativa da lenda da sexta-feira 13 é a sexta-feira 13 particularmente ruim ocorrida na idade média. Em uma sexta-feira 13 de 1306, o Rei Filipe da França queimou os reverenciados cavaleiros templários, marcando a ocasião como um dia do mal.
Algumas pessoas adquirem o medo da sexta-feira 13 por causa de má sorte que tiveram nesse dia no passado. Se você se envolver em um acidente de carro em uma sexta-feira 13, ou perder sua carteira, o dia ficará marcado para você. Mas se pensarmos bem, coisas ruins (como derramar o café ou problemas mais sérios) ocorrem todos os dias, portanto, se você procurar por má sorte em uma sexta-feira 13, você provavelmente encontrará.
WWW.uol.com.br
A superstição acerca da sexta-feira 13 é na verdade uma combinação de dois medos separados: o medo do número 13, chamado triskaidekafobia, e o medo de sextas-feiras. A fonte mais familiar de ambas as fobias é a teologia cristã. O treze é significativo para os cristãos porque é o número de pessoas que estavam presentes na última ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o décimo terceiro a chegar.
Os cristãos, tradicionalmente, têm mais cautela com as sextas-feiras por Jesus ter sido crucificado nesse dia. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira, e que o grande dilúvio começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos não iniciavam nenhum novo projeto ou viagem em uma sexta-feira, por medo de que o esforço fosse condenado desde o princípio.
Os marinheiros eram particularmente supersticiosos nesse sentido e costumavam recusar-se a embarcar em sextas-feiras. De acordo com uma lenda, no século 18, a Marinha Britânica comissionou um navio chamado H.M.S. Friday (sexta-feira em inglês) com a intenção de suprimir a superstição. A marinha selecionou a tripulação em uma sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday para ser o capitão do navio. E assim, em uma manhã de sexta-feira, o navio partiu em sua primeira viagem - e desapareceu para sempre.
Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos com as sextas-feiras em oposição geral às religiões pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigg, a deusa nórdica do amor e do sexo. Essa forte figura feminina, de acordo com os historiadores, representava uma ameaça ao cristianismo, que era dominado por homens. Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo.
Alguns ligam a infâmia do número 13 à cultura nórdica antiga. Na mitologia nórdica, o amado herói Balder foi morto em um banquete com o deus do mal Loki, que se infiltrou em uma festa de 12, totalizando um grupo de 13. Essa história, bem como a história da Santa Ceia, leva a uma das mais fortes conotações do número 13. Nunca se deve sentar-se à mesa em um grupo de 13.
Outra parte significativa da lenda da sexta-feira 13 é a sexta-feira 13 particularmente ruim ocorrida na idade média. Em uma sexta-feira 13 de 1306, o Rei Filipe da França queimou os reverenciados cavaleiros templários, marcando a ocasião como um dia do mal.
Algumas pessoas adquirem o medo da sexta-feira 13 por causa de má sorte que tiveram nesse dia no passado. Se você se envolver em um acidente de carro em uma sexta-feira 13, ou perder sua carteira, o dia ficará marcado para você. Mas se pensarmos bem, coisas ruins (como derramar o café ou problemas mais sérios) ocorrem todos os dias, portanto, se você procurar por má sorte em uma sexta-feira 13, você provavelmente encontrará.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
FISCALIZAÇÃO
Prefeito empossa novos integrantes do Conselho Municipal de Esporte
O prefeito Rogério Lorenzetti empossou ontem os cinco novos integrantes do Conselho Municipal de Esporte de Paranavaí. Três deles são novos membros que vão reforçar o conselho, que agora passa a contar com 10 integrantes. Os outros dois substituirão antigos integrantes e darão sequência ao trabalho que vinha sendo realizado pelo grupo.
Os novos integrantes são: Alcebíades Celestino de Souza (representante da Liga de Futebol), Maria Tereza Martins (Curso de Educação Física da Fafipa), Renato Miranda (Ucampar), Leandro Machado (Aciap/Codep) e Denilson Felizardo (associações conveniadas). Da antiga composição do conselho permaneceram: Paulo Cesar Franzini, Marcelo Mercúrio, João Carlos Antunes, Ademir Nicola Francisco e Adriana Alécio.
Para o presidente da Fundação de Esportes, Paulo Cesar Franzini, o Conselho colabora para que as decisões tomadas com relação ao esporte sejam as mais transparentes possíveis, uma vez que o grupo irá fiscalizar os recursos investidos nesta área. De acordo com ele, a ampliação no número de integrantes “vai ajudar o Conselho a dar uma direção ao seu trabalho e fomentar o esporte com transparência e liberdade”.
Ao empossar os novos integrantes, o prefeito Rogério Lorenzetti ressaltou a importância deste trabalho que irá conduzir as políticas públicas na área do esporte e lembrou que uma cidade depende muito dos atos voluntários da população. “O esporte transcende o cuidado com o corpo e ensina às pessoas lições elementares para conduzir a vida profissional e pessoal, como o trabalho em equipe e o respeito às regras”, avaliou o prefeito.
www.diariodonoroeste.com.br
O prefeito Rogério Lorenzetti empossou ontem os cinco novos integrantes do Conselho Municipal de Esporte de Paranavaí. Três deles são novos membros que vão reforçar o conselho, que agora passa a contar com 10 integrantes. Os outros dois substituirão antigos integrantes e darão sequência ao trabalho que vinha sendo realizado pelo grupo.
Os novos integrantes são: Alcebíades Celestino de Souza (representante da Liga de Futebol), Maria Tereza Martins (Curso de Educação Física da Fafipa), Renato Miranda (Ucampar), Leandro Machado (Aciap/Codep) e Denilson Felizardo (associações conveniadas). Da antiga composição do conselho permaneceram: Paulo Cesar Franzini, Marcelo Mercúrio, João Carlos Antunes, Ademir Nicola Francisco e Adriana Alécio.
Para o presidente da Fundação de Esportes, Paulo Cesar Franzini, o Conselho colabora para que as decisões tomadas com relação ao esporte sejam as mais transparentes possíveis, uma vez que o grupo irá fiscalizar os recursos investidos nesta área. De acordo com ele, a ampliação no número de integrantes “vai ajudar o Conselho a dar uma direção ao seu trabalho e fomentar o esporte com transparência e liberdade”.
Ao empossar os novos integrantes, o prefeito Rogério Lorenzetti ressaltou a importância deste trabalho que irá conduzir as políticas públicas na área do esporte e lembrou que uma cidade depende muito dos atos voluntários da população. “O esporte transcende o cuidado com o corpo e ensina às pessoas lições elementares para conduzir a vida profissional e pessoal, como o trabalho em equipe e o respeito às regras”, avaliou o prefeito.
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PROJETO: Copel lança programa de incentivo ao esporte paranaense
Um protocolo de intenções assinado terça-feira (10) em Curitiba deverá resultar em importante impulso para o esporte paranaense. Com o auxílio e apoio da Paraná Esportes, a Copel pretende apoiar as diversas modalidades olímpicas, paraolímpicas e também o futebol profissional no Estado, destinando verbas de patrocínio a Federações e clubes.
Os recursos serão oriundos dos mecanismos de renúncia fiscal criados pelo Governo Federal por intermédio da Lei de Incentivo ao Esporte (Lei 11.438/2006), e complementados por recursos do Plano de Comunicação e Política de Patrocínio da Copel, que está em fase de elaboração.
Nesse particular, o protocolo de intenções estabelece a adoção de critérios isonômicos para a destinação da verba e dispõe que, no caso dos clubes de futebol, os valores deverão ser iguais para os clubes integrantes das Séries A e B e das Séries C e D do Campeonato Brasileiro.
“Trata-se de um dia bastante especial para o esporte paranaense”, saudou o governador Orlando Pessuti. “Por meio do exemplo que é dado pela nossa Copel, vamos concretizar a ideia de que as empresas e as estruturas do poder público devem apoiar mais o esporte, como fazem muitas empresas públicas em outros estados brasileiros”.
O presidente da Copel, Ronald Ravedutti, adiantou que a criação do Programa “Esporte com mais energia”, como será chamado, poderá ajudar a alavancar o desempenho dos clubes e dos atletas paranaenses no cenário brasileiro, principalmente tendo em vista a realização das Olimpíadas e Paraolimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016. “Todos sonhamos com um Paraná que seja reconhecido como uma referência e uma potência desportiva em termos nacionais. A Copel quer dar a sua contribuição nessa empreitada que, certamente, será abraçada por mais empresas na sequência”, disse.
Além do governador Pessuti e do presidente da Copel, assinaram o protocolo de intenções a secretária da Educação, Yvelise Arco Verde, o presidente da Paraná Esportes, Marco Aurélio Rocha, presidentes da Federação Estadual de diversas modalidades esportivas e representantes dos três clubes de futebol profissional da Capital.
Cláusulas - O Projeto “Esporte com mais energia” que está sendo estruturado pela Copel vai contar com a consultoria de profissionais e especialistas da Paraná Esporte para a elaboração dos projetos, com definição de objetivos, metas e regulamentação para a destinação dos recursos. Os patrocínios serão viabilizados de forma isonômica a partir de contratos individualizados com os clubes, federações e atletas beneficiados, que serão precedidos de chamadas públicas.
Como contrapartida, a Copel terá sua marca, produtos e serviços divulgados pelos patrocinados, que manterão a imagem da companhia associada às ações direcionadas ao desenvolvimento sustentável, à promoção da cidadania e à inclusão social. As entidades patrocinadas também assumirão o compromisso de promover ações e programas que permitam o acesso de mais crianças e jovens carentes às práticas desportivas, além de incentivar o seu bom desempenho escolar e educacional.
Fonte: www.diariodonoroeste.com.br
Os recursos serão oriundos dos mecanismos de renúncia fiscal criados pelo Governo Federal por intermédio da Lei de Incentivo ao Esporte (Lei 11.438/2006), e complementados por recursos do Plano de Comunicação e Política de Patrocínio da Copel, que está em fase de elaboração.
Nesse particular, o protocolo de intenções estabelece a adoção de critérios isonômicos para a destinação da verba e dispõe que, no caso dos clubes de futebol, os valores deverão ser iguais para os clubes integrantes das Séries A e B e das Séries C e D do Campeonato Brasileiro.
“Trata-se de um dia bastante especial para o esporte paranaense”, saudou o governador Orlando Pessuti. “Por meio do exemplo que é dado pela nossa Copel, vamos concretizar a ideia de que as empresas e as estruturas do poder público devem apoiar mais o esporte, como fazem muitas empresas públicas em outros estados brasileiros”.
O presidente da Copel, Ronald Ravedutti, adiantou que a criação do Programa “Esporte com mais energia”, como será chamado, poderá ajudar a alavancar o desempenho dos clubes e dos atletas paranaenses no cenário brasileiro, principalmente tendo em vista a realização das Olimpíadas e Paraolimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016. “Todos sonhamos com um Paraná que seja reconhecido como uma referência e uma potência desportiva em termos nacionais. A Copel quer dar a sua contribuição nessa empreitada que, certamente, será abraçada por mais empresas na sequência”, disse.
Além do governador Pessuti e do presidente da Copel, assinaram o protocolo de intenções a secretária da Educação, Yvelise Arco Verde, o presidente da Paraná Esportes, Marco Aurélio Rocha, presidentes da Federação Estadual de diversas modalidades esportivas e representantes dos três clubes de futebol profissional da Capital.
Cláusulas - O Projeto “Esporte com mais energia” que está sendo estruturado pela Copel vai contar com a consultoria de profissionais e especialistas da Paraná Esporte para a elaboração dos projetos, com definição de objetivos, metas e regulamentação para a destinação dos recursos. Os patrocínios serão viabilizados de forma isonômica a partir de contratos individualizados com os clubes, federações e atletas beneficiados, que serão precedidos de chamadas públicas.
Como contrapartida, a Copel terá sua marca, produtos e serviços divulgados pelos patrocinados, que manterão a imagem da companhia associada às ações direcionadas ao desenvolvimento sustentável, à promoção da cidadania e à inclusão social. As entidades patrocinadas também assumirão o compromisso de promover ações e programas que permitam o acesso de mais crianças e jovens carentes às práticas desportivas, além de incentivar o seu bom desempenho escolar e educacional.
Fonte: www.diariodonoroeste.com.br
Ferramentas já eram usadas muito antes do que se pensava ...seria o começo da sociologia??
PARIS (AFP) - Os ancestrais do homem moderno começaram a utilizar ferramentas de pedra para consumir a carne ou a medula óssea de grandes mamíferos há aproximadamente 3,4 milhões de anos, ou seja, 800.000 anos antes do que se acreditava até agora, segundo estudo publicado nesta quarta-feira.
A famosa australopithecus Lucy, cujos restos foram encontrados na Etiópia em 1974, pode ter utilizado ferramentas de pedra, segundo a equipe internacional de paleontólogos dirigido por Zeresenay Alemseged, da Academia de Ciências da Califórnia.
"Agora, quando imaginamos Lucy buscando comida na África do Leste, a vemos com um utensílio de pedra na mão, em busca de carne", afirma Shannon McPherron, em um comunicado do Instituto de Antrolopogia Evolutiva Max Planck da Alemanha.
Dois ossos fossilizados foram encontrados na Etiópia, um fêmur de um mamífero do tamanho de uma cabra e uma costela de um animal grande como uma vaca, com marcas de golpes, talhos e cortes, indicando a utilização de ferramentas de pedra para extrair a carne ou a medula óssea.
Os fósseis encontrados em Dikika, no nordeste da Etiópia, datam de 3,39 milhões de anos, segundo as análises, antecipando em 800.000 anos um momento chave da evolução do homem.
"Esta descoberta avança consideravelmente o momento a partir do qual nossos ancestrais mudaram completamente as regras do jogo", declarou Alemseged no comunicado.
"A utilização de utensílios modificou enormemente sua interação com a natureza, permitindo a eles comer novos tipos de comida e explorar outros territórios", acrescentou, acrescentando que será preciso revisar nossos conhecimentos sobre a evolução humana.
"Isso quer dizer que os 'Australopithecus Afarensis' como Lucy ou a bebê Selam utilizavam utensílios de pedra".
Selam uma australopithecus morta aos três anos de idade, teria vivido há 3,3 milhões de anos, 200.000 anos ante de Lucy.
Até agora, as provas mais antigas da utilização de utensílios de pedra ou de animais provenientes de Buri ou Gona, na Etiópia, remontavam a 2,5 ou 2,6 milhões de anos, recordam os autores deste estudo, publicado na revista Nature.
Mas os pesquisadores ainda não foram capazes de estabelecer se os utensílios eram fabricados.
"Um de nossos objetivos é voltar onde encontramos os fósseis e tentar achar os utensílios", afirmou McPherron.
Os pesquisadores sugerem que só o fato de utilizar tais utensílios mostra que nossos ancestrais competiam com outros carnívoros pela comida, e que isso pode ter iniciado o trabalho em equipe dos humanos.
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100811/saude/ciencia_paleontologia
A famosa australopithecus Lucy, cujos restos foram encontrados na Etiópia em 1974, pode ter utilizado ferramentas de pedra, segundo a equipe internacional de paleontólogos dirigido por Zeresenay Alemseged, da Academia de Ciências da Califórnia.
"Agora, quando imaginamos Lucy buscando comida na África do Leste, a vemos com um utensílio de pedra na mão, em busca de carne", afirma Shannon McPherron, em um comunicado do Instituto de Antrolopogia Evolutiva Max Planck da Alemanha.
Dois ossos fossilizados foram encontrados na Etiópia, um fêmur de um mamífero do tamanho de uma cabra e uma costela de um animal grande como uma vaca, com marcas de golpes, talhos e cortes, indicando a utilização de ferramentas de pedra para extrair a carne ou a medula óssea.
Os fósseis encontrados em Dikika, no nordeste da Etiópia, datam de 3,39 milhões de anos, segundo as análises, antecipando em 800.000 anos um momento chave da evolução do homem.
"Esta descoberta avança consideravelmente o momento a partir do qual nossos ancestrais mudaram completamente as regras do jogo", declarou Alemseged no comunicado.
"A utilização de utensílios modificou enormemente sua interação com a natureza, permitindo a eles comer novos tipos de comida e explorar outros territórios", acrescentou, acrescentando que será preciso revisar nossos conhecimentos sobre a evolução humana.
"Isso quer dizer que os 'Australopithecus Afarensis' como Lucy ou a bebê Selam utilizavam utensílios de pedra".
Selam uma australopithecus morta aos três anos de idade, teria vivido há 3,3 milhões de anos, 200.000 anos ante de Lucy.
Até agora, as provas mais antigas da utilização de utensílios de pedra ou de animais provenientes de Buri ou Gona, na Etiópia, remontavam a 2,5 ou 2,6 milhões de anos, recordam os autores deste estudo, publicado na revista Nature.
Mas os pesquisadores ainda não foram capazes de estabelecer se os utensílios eram fabricados.
"Um de nossos objetivos é voltar onde encontramos os fósseis e tentar achar os utensílios", afirmou McPherron.
Os pesquisadores sugerem que só o fato de utilizar tais utensílios mostra que nossos ancestrais competiam com outros carnívoros pela comida, e que isso pode ter iniciado o trabalho em equipe dos humanos.
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100811/saude/ciencia_paleontologia
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Bom prá nós!!

Assim como no Brasil, em que o jogo não teve exibição na TV aberta, nos EUA as principais emissoras ignoraram o amistoso entre Brasil e EUA. Na ESPN2 HD, que mostrou o jogo ao vivo, o narrador e o comentarista ficaram encantados com o futebol da renovada seleção brasileira.
“Lembrem-se desse nome: Neymar, vocês ainda vão ouvir falar muito dele. Além de fazer um bonito gol, ele mostrou alguns lampejos de genialidade”, disparou um dos locutores, quando o atacante santista foi substituído.
Minutos antes, após uma bela jogada do ataque brasileiro, em que Robinho acertou a trave americana, os elogios foram também eloqüentes: “É impressionante como eles estão se divertindo. Parece que estão jogando no quintal de casa. Não têm nada a perder. É impressionante como o Brasil produz jogadores.”
A dupla mostrou-se entusiasmada até com o desempenho do zagueiro David Luiz, que fez sua estréia na seleção. “Ele atua em Portugal. Parece um júnior. Nunca havia ouvido falar, mas é muito bom.” O parceiro, completou, definindo: “Parece que as Olimpíadas de 2012 vão ser divertidas para os brasileiros”.
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