segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mais uma vitória do ACP Jr., no JAP’s!


O Acp Jr venceu seu segundo confronto por 04 x 00, enfrentando a cidade Quedas do Iguaçu, neste domingo às 14h, no campo do Tiro de Guerra em Maringá. Os dois primeiros gols foram marcados por Willian (Toru), aos 26 min e aos 35 min do 1º tempo, o terceiro gol foi marcado aos 16 min do 2º tempo pelo atacante Guilherme Trindade e fechando o placar, o zagueiro Roque aos 33 minutos.
No outro jogo, Foz do Iguaçu e Campo Magro ficaram no 1 a 1. O elenco do ACP Jr: César, Willian, Toru, Roque, Victor Love, Wender, Sandro (Dadá), Jeferson (Nenê), Cleverson (Asa), Guilherme Trindade, Tiago Bigoto. Técnico Silas Sanches, Preparador Físico, Fernando Gomes, Preparador de Goleiro: Teneflay, e Mordomo, Antonio Carlos (Vanuza).

O terceiro jogo será nesta segunda-feira (11/10) às 15h30, contra a cidade de Foz do Iguaçu.

ACP Jr estréia no 53º JAP’s com vitória!


O ACP Jr enfrentou neste sábado (09/10) às 14h, no campo do Tiro de Gerra (Maringá), a cidade de Campo Magro. O time de Campo Magro abriu o placar aos 11 min do 1º tempo. O vermelhinho empatou aos 16 min do primeiro tempo com o gol de Willian (Toru). Ainda no primeiro tempo aos 36 min, o ACP Jr vira o jogo e marca o segundo gol com Guilherme Trindade.


O segundo confronto será neste domingo às 14h contra a cidade de Quedas do Iguaçu que perdeu a competição com uma goleada da cidade de Foz do Iguaçu de 07 a 0.

Comentário site: www.jogosabertos.pr.gov.br “A equipe de futebol de Paranavaí largou com vitória na fase final dos Jogos Abertos do Paraná (Jap´s) em Maringá. Em jogo realizado no campo do Tiro de Guerra, Paranavaí fez 2 a 1 em Campo Magro pela divisão B. Os gols da partida foram anotados na etapa inicial.
Neste domingo, Paranavaí enfrenta Quedas do Iguaçu, às 14h e Campo Magro joga diante de Foz do Iguaçu, às 15h30, no mesmo local”

sábado, 9 de outubro de 2010

Uma paixão antiga



José Pedro, de 84 anos, e dona Nhanhá, de 91, sobem ao altar. Com a bênção da mãe do noivo, de 104

Quando ouviu do padre a pergunta que costuma dar um friozinho na barriga de toda noiva, Laudelina Isabela quase fraquejou. De seus lábios enrugados, finalmente saiu a resposta que todos na igreja aguardavam: “Aceito”. Dona Nhanhá não é uma noiva comum. Ela tem 91 anos, filhos, netos, bisnetos e até um trineto. O noivo, José Pedro Henrique Paiva, tem 84 anos. Ele foi levado ao altar pela mãe, dona Sá Vita, de 104 anos. “Entro com o Zé Pedro na igreja mesmo que seja carregada”, dizia a mãe centenária. O casamento, no dia 25 de setembro, parou a pequena Senhora de Oliveira, município mineiro de apenas 6 mil habitantes, a 180 quilômetros de Belo Horizonte.

A inesperada idade dos noivos não é o único detalhe a chamar a atenção na história do casal. Além de trocar alianças numa fase da vida em que pouca gente faz planos para o futuro, os noivos são primos. Eles se conhecem desde a infância. Cresceram juntos, mas cada um tomou seu rumo. Laudelina foi morar na capital mineira com o primeiro marido. Ficou viúva em 1999. Zé Pedro continuou na cidadezinha e, no ano passado, depois de mais de 60 anos de casado, também ficou viúvo. Os dois afirmam que a solidão pesou no momento de aceitar construir uma vida nova. Mas a paixão também teve seu papel no enlace: “O que manda é o amor! Gosto demais do Zé”, diz a noiva.

Desde que perdeu o marido, Nhanhá passou a frequentar mais a casa de dona Sá Vita, sua tia e agora sogra. Ela saía de Belo Horizonte e ficava pelo menos 15 dias do mês em Senhora de Oliveira. No começo de julho, seu Zé Pedro tomou uma decisão. “Vou até BH buscar a Nhanhá para mim”, disse à mãe. Dona Sá Vita não aceitou que os dois apenas morassem juntos. Tinham de se casar. A irmã de seu Zé Pedro serviu de cupido. Benedita de Paiva, de 62 anos, comunicou a Nhanhá o interesse do rapaz. “Ninguém vai me levar. Eu não sou mercadoria. Casar, eu posso até pensar”, teria dito à futura cunhada. Ele não pestanejou. Disse que aceitava casar e ainda aceitou as condições da pretendente, que não consegue mais cozinhar para muitas pessoas nem limpar a casa. “Não tem o menor problema”, afirmou Zé Pedro. “A Mariazinha também não estava dando conta de quase nada”, disse, referindo-se à falecida.

O namoro começou. De início, só beijo no rosto e andar de mãos dadas. Quando ela voltava para Belo Horizonte, depois de um tempo por lá, seu Zé não conseguia esconder o sofrimento. “Não vou aguentar de saudade da Nhanhá”, dizia à mãe. Segundo a irmã de Zé Pedro, eles pareciam um casalzinho de adolescentes. Dois meses depois, estavam no altar. Da outra vez em que se casou, Zé Pedro também esperou pouco. Só três meses. “Não perco tempo”, diz o noivo. Dona Nhanhá não acha que foi “fácil” demais aceitando se casar tão rapidamente. “Com 91 anos, eu vou esperar o quê?”

Foram conversar com o padre e marcaram o casamento para o dia 25 de setembro, às 11 horas, na Igreja Nossa Senhora de Oliveira. O mesmo cenário em que ambos se casaram pela primeira vez. A noiva passou duas horas se arrumando no salão. Fez unha, cabelo e maquiagem. Entrou na igreja acompanhada por dois filhos, de vestido azul rendado. O noivo, de paletó cinza-escuro, gravata prateada e lenço combinando, lembrava o ator de cinema Paul Newman. Terminada a celebração, o padre comunicou: “Pode beijar a noiva”. Os convidados aplaudiam, alguns até gritavam. Só a noiva não ficou muito satisfeita. “Foi um beijinho mixuruca. O Zé não gosta de beijo. Só de abraço.” Ela não esconde a preferência: “Gosto de beijo”.

A festa, para mais de 600 convidados, foi a maior da história da cidade. “Nunca teve e nunca mais vai ter uma festa igual por aqui”, diz dona Sá Vita, com a autoridade de quem assistiu aos casamentos de Senhora de Oliveira nas últimas nove décadas. Mais que os noivos, ela foi a atração principal do acontecimento. “As pessoas não paravam de me abraçar e beijar”, afirma. Até que perdeu a paciência com tamanha paparicação. “Eu disse: ‘Chega!’.” Mas ficou até o fim da festa.

Depois de dez dias juntos, o casal continua num mar de rosas. “Ele é muito carinhoso”, diz Nhanhá. “Ainda não vi defeito nenhum.” Ele também ressalta as qualidades da mocinha – “Ela é divertida, católica e muito obediente” –, com ênfase na terceira, que parece ser fundamental para a manutenção de uma boa relação com o octogenário. A renda do casal soma a aposentadoria dela, de um salário mínimo, e a dele, de dois. Zé Pedro diz que já foi carpinteiro, pedreiro, marceneiro e tem ferramentas para consertar qualquer coisa. “Faço tudo. Só não tenho dinheiro”, diz. Mas se orgulha de ter uma filha médica, que mora em Coronel Fabriciano, a 80 quilômetros de Senhora de Oliveira. Somadas as proles de ambos, são 91 pessoas, entre filhos, netos, bisnetos e trinetos.

Com tanta gente para dar palpite, o casamento correu o risco de não acontecer. No início, dois dos filhos do noivo ficaram preocupados com o que poderia ser entendido como desrespeito à memória da mãe. Depois concordaram. A família de Nhanhá aceitou de imediato. Seu Zé Pedro já era conhecido e foi considerado um bom partido.

Os netos de Zé Pedro são os que mais se divertem com a situação e a efêmera fama do avô. As piadas na escola não param de surgir. “Lua de mel de Nhanhá e Zé Pedro. Qual o nome do filme? Missão impossível”, diz Diógenes de Oliveira, de 15 anos. Mas ver a felicidade do casal deixa os netos satisfeitos. “A alegria do meu avô é enorme. Ele estava muito sozinho”, diz Juliana Paiva, de 17 anos. Uma lua de mel em uma pousada da região foi oferecida ao casal por um dos filhos de Nhanhá. Seu Zé Pedro vetou. “Lua de mel pra quê? Nem abelha tem mais!” Nhanhá ganhou muitos presentes, mas o melhor deles foi o da sogra: “O Zé foi meu maior presente”, diz.

A MÃE DO NOIVO
Dona Sá Vita, de 104 anos, acompanha o filho José Pedro ao altar. Ela foi a maior atração da festa, para 600 convidados
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI178503-15228,00-UMA+PAIXAO+ANTIGA.html

Como é (realmente) o sexo dos casais

No começo, tínhamos uma ótima vida sexual. Eu adorava ser beijada e tocada. Isso mudou depois que vieram os filhos. No fim do dia, depois de cuidar das crianças, eu só tenho vontade de ficar sozinha. Meu desejo sexual é zero, e eu só faço isso por ele. Adoro quando ele está viajando, pois fico livre de ter de transar por algumas noites.” O relato pouco entusiasmado sobre o sexo conjugal foi escrito por Sharon, uma australiana de 41 anos, casada há quatro. Durante nove meses, ela, seu marido e mais 97 casais australianos fizeram diários sobre suas expectativas, frustrações e – eventuais – alegrias sexuais. O resultado dessa experiência é o best-seller Sex diaries (Diários de sexo), sem tradução para o português, escrito pela terapeuta sexual australiana Bettina Ardnt, que conduziu a pesquisa. Sua conclusão? Se os relatos forem representativos do que acontece pelo mundo, trocar alianças não parece uma boa ideia para quem almeja uma vida sexual feliz.

Para cada história de prazer e satisfação entre os lençóis, os diários mostram dez que dariam roteiros de filmes de terror. Todos com enredos parecidos: mulheres que perdem a libido e passam a vida rejeitando o marido. Uma delas inventava tarefas domésticas noturnas, para ter certeza de que o marido já estaria adormecido quando ela chegasse à cama. Eles, por sua vez, passam a vida frustrados, implorando por sexo e intimidade, surpreendentemente apaixonados depois de anos de maus-tratos. Até que ponto essas conclusões podem ser generalizadas? “Tenho recebido cartas de pessoas dos Estados Unidos, da Índia, do Paquistão e da África dizendo que se identificam com os problemas descritos”, disse Bettina a ÉPOCA. A descoberta que mais a surpreendeu foi que a maioria dos homens, mesmo após anos sem sexo (sim, anos!), não se divorcia nem procura amantes. Um deles, cansado de ser humilhado pela mulher, prometeu: “Não vou mais tomar a iniciativa, até que você me peça”. Faz oito anos que ele espera.

No Brasil, onde o sexo está em terceiro lugar no ranking das prioridades masculinas e em oitavo no das mulheres, a maior parte das queixas ouvidas pelos psicólogos é de homens cujas mulheres não querem transar, por variadas razões. A diferença é que aqui eles não são pacientes. “Também há muito casamento sem sexo no Brasil, mas a maioria dos homens resolve o problema fora de casa”, diz a psiquiatra Carmita Abdo, especialista em sexualidade.

O principal motivo pelo qual o casamento invariavelmente se transforma no túmulo do sexo é a rotina. A libido feminina é muito mais frágil que a masculina e se ressente de detalhes que passam despercebidos pelos homens. “Como posso sentir vontade de ir para a cama com um parceiro que nem me ajuda a colocar o lixo para fora?”, desabafa uma das entrevistadas. As mulheres desiludidas perdem a admiração pelos parceiros e passam a rejeitá-los. Isso significa que um marido prestativo e pai amoroso terá garantida a atenção sexual? Não necessariamente.

Carmita Abdo diz tratar de muitas mulheres que se desinteressam mesmo por parceiros atenciosos. “Não adianta fazer curso de striptease, comprar lingerie ou tentar posições exóticas”, diz a terapeuta sexual Carla Cecarello. “Nada vai melhorar a vida sexual no casamento se as questões de intimidade e convivência não estiverem resolvidas.” A comunicação é o principal motivo citado pelo casal paulistano Francine Cavaleiro Ferreira Drudi, de 27 anos, e Caio Eduardo Squassoni Drudi, de 32, para manter uma vida sexual feliz. Juntos há mais de três anos, eles dizem nunca ter tido problemas na cama e creditam isso ao diálogo aberto. “Sempre que estamos insatisfeitos, conversamos e resolvemos”, diz Francine. “Ter ao lado um homem companheiro faz com que o apetite sexual aumente”

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI88010-15228,00-COMO+E+REALMENTE+O+SEXO+DOS+CASAIS.html

ACP Jr já está em Maringá para o 53º JAP'S


ACP Jr viajou nesta sexta-feira (08/10) para a fase final dos Jogos Abertos do Paraná que estará sendo realizado em Maringá-Pr até 17/10.

O ACP Jr representa a cidade de Paranavaí nas finais dos Jogos Abertos do Paraná. Na chave: Foz do Iguaçu, Campo Magro e Quedas do Iguaçu.

Sua estréia será neste sábado às 14h enfrentando a cidade de Campo Comprido, seu segundo jogo domingo (10) às 14 h contra Quedas do Iguaçu e na segunda-feira (11/10) às 15h30 contra a cidade de Foz do Iguaçu.


O Acp Jr foi o campeão invicto dos 53º Jogos Regionais disputado em Santa Fé nos dias 27/08/10 até 04/09/10.

Acp Jr 01 x Cruzeiro do Sul 00 – sábado (28/08)

Acp Jr 00 x Santa Fé 00 - segunda-feira (30/08)

Acp Jr 05 x Lobato 01 - quarta-feira (01/09)

Acp Jr 02 x Astorga 00 - quinta-feira (02/09)

Acp Jr 00 x Santa Fé 00 e nos pênaltis ACP Jr 04 x Santa Fé 03 - sexta-feira (03/09)

Acp Jr 04 x Astorga 00 - sábado (04/09) – CAMPEÃO INVICTO.

Elenco que estará representando a cidade de Paranavaí: Cesar, Marcos, Victor Love, Willian Fuzer, Roque, Bob, Gabriel Bellanda, Willian (Toru), Cleverson (Asa), Jeferson (Nenê), Sandro (Dadá), Tiago Bigoto, Henrique Secco, Tiaguinho, Guilherme Trindade, Guilherme (Baby), Wender, Alan, Jhonatan Yamaguro. Técnico Silas Sanches, Preparador Físico: Fernando Gomes, Preparador de goleiros Teneflay e mordomo Antonio Carlos (Vanuza).

Fase final em festa em Maringá






O renovado Ginásio de Esportes Francisco Bueno Neto, o Chico Neto, em Maringá, foi palco da abertura oficial da fase final dos 53.º Jogos Abertos do Paraná (Jap's), na noite dessa sexta-feira (8/10). O público acompanhou atentamente os rituais da solenidade, como o tradicional desfile das delegações, e ainda aplaudiram as atrações artísticas, como os grupos de danças.


Além do ginásio, que ainda vai receber cadeiras e climatização, os atletas estão encontrando outras instalações reformadas, bem como novas construções na Vila Olímpica, bastante diferentes daquela utilizada em 2006, na vez anterior em que Maringá foi sede da fase final da competição. A estrutura esportiva atual é a melhor do sul do país, com estádio, ginásio poliesportivo, quadras de areia, pista de atletismo, velódromo e piscinas.

A fase final vai até o dia 17 de outubro, quando serão conhecidos os últimos campeões de modalidades. No total participam 3.657 atletas, formando 393 equipes de 78 municípios, em 16 modalidades. Antes da final foi disputada a fase regional, no fim de agosto e início de setembro, em oito sedes, quando se classificaram 132 das mais de 600 equipes representando 191 municípios.
As modalidades em disputa na fase final são o atletismo, basquete, bocha, bolão, ciclismo, futebol, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, natação, tênis, tênis de mesa, vôlei, vôlei de praia e xadrez. Das coletivas, a exceção do vôlei de praia, as demais são disputadas em duas divisões. O vôlei de praia e as modalidades individuais são em divisão única. Na Divisão A estão os municípios pré-classificados em 2009, e na Divisão B, os municípios que disputaram vagas na fase regional.

Os confrontos começaram antes mesmo da abertura, na tarde dessa sexta-feira, com uma rodada do tênis (resultados em outra matéria da página), a primeira modalidade que vai apontar os campeões, já neste domingo. A maioria das modalidades tem início neste sábado, e outras no decorrer da próxima semana, como as últimas delas, a ginástica rítmica e natação, só na sexta-feira (15/10).
A competição é disputada por seleções municipais, com atletas nascidos até 1992, menos na ginástica rítmica, até 1996. Os de futebol também não podem ser nascidos antes de 1989. As modalidades de bocha e futebol são somente para o sexo masculino, e a ginástica rítmica só para o feminino. As demais são disputadas por homens e mulheres.

Abertura

Na sessão dos discursos na abertura, o diretor-presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha Rocha, representando o Governador Orlando Pessuti, falou do investimento do Estado nas competições esportivas. “Estamos finalizando um ciclo administrativo que muito trabalhou para o esporte. Só nos Jogos Abertos gastamos mais de um milhão de reais por edição com alimentação, arbitragem, premiação e material esportivo entre outros custos. É nessa competição que estão os melhores atletas do Paraná nas modalidades coletivas e individuais”, cumprimentou.

A secretária de Esporte e Lazer de Maringá, Edith Dias, em nome do prefeito Sílvio Barros, também ressaltou o esforço do município em equipamentos esportivos, preparação das equipes e promoção de eventos. “Colocamos essa estrutura à disposição de vocês. Queremos que se sintam à vontade. Esperamos que muitos de vocês estejam competindo nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro”. Por último declarou aberta a competição.
Na sequência houve a condução da tocha e acendimento da pira olímpica pelo atleta Elenílson Silva, fundista campeão de inúmeras provas de 5 e 10 mil metros no Estado, no Brasil e exterior. O juramento foi feito pela atleta Dirce de Lara, campeã de vôlei de praia desde a categoria juvenil em vários estados e no exterior. Só nos Jogos Abertos ela ganhou 10 vezes. É também oito vezes campeã paranaense.

Municípios
Participam da fase final, além de Maringá, os municípios de Ângulo, Antonina, Apucarana, Arapongas, Araucária, Astorga, Barbosa Ferraz, Bituruna, Boa Esperança, Bom Sucesso, Cambé, Campo Largo, Campo Mourão, Cantagalo, Cascavel, Castro, Céu Azul, Chopinzinho, Cianorte, Colombo, Cornélio Procópio, Coronel Vivida, Dois Vizinhos, Floraí, Formosa do Oeste, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, General Carneiro, Goioerê, Ibiporã, Irati, Itaipulândia, Itaperuçu, Ivaiporã, Laranjeiras do Sul, Londrina, Luiziana, Mallet, Mandaguaçu, Mandaguari, Mangueirinha, Marechal Cândido Rondon, Marialva, Matelândia, Medianeira, Missal, Nova Santa Rosa, Palmas, Palotina, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Paulo Frontin, Piraí do Sul, Pitanga, Ponta Grosa, Pranchita, Prudentópolis, Quatro Pontes, Quedas do Iguaçu, Ranço Alegre do Oeste, Rebouças, Reserva, Rolândia, Roncador, Santa Izabel do Oeste, Santo Antônio da Platina, São Jorge do Oeste, São José dos Pinhais, São Miguel do Iguaçu, Sarandi, Saudade do Iguaçu, Siqueira Campos, Telêmaco Borba, Toledo, Umuarama e União da Vitória.

Diretoria do ACP se reúne com o Prefeito Rogério Lorenzetti.


Nesta sexta-feira (08/10) às 15h, o Presidente do Conselho Deliberativo do ACP, Sr. Claudio Aparecido de Souza, Sr. Pedro Dantas (Financeiro) e o Dirigente de Futebol Lourival Furquim, foram recebidos no gabinete do Prefeito de Paranavaí, Sr. Rogério Lorenzetti e pelo presidente da Fundação de Esportes de Paranavaí-FESPAR, Sr. Paulo C. Franzini, para tratar sobre a presidência do ACP.



O Conselho Deliberativo tinha marcado para o dia 29/09, o prazo para o registro de candidaturas para os próximos dois anos a frente da presidência do vermelhinho, e não houve nenhum registro de chapa. Conforme declaração do Sr. Claudio Aparecido de Souza, “O clube passa por um vácuo de poder” e justifica que o maior motivo em pessoas não querer assumir a presidência tem sido a dívida do clube referente ao Campeonato 2010.

Após a reunião tanto o Sr. Pedro Dantas, quanto Lourival Furquim, disseram que o prefeito demonstrou interesse em colaborar com a diretoria quanto à captação de recursos junto a novos patrocinadores e também empenho para que o clube tenha condições de formar uma equipe competitiva para a disputa do Campeonato 2011. O Prefeito Rogério Lorenzetti reconhece a importância do clube para a cidade e também para seus torcedores. Segundo o prefeito é momento de renovação e vai pensar em um nome para sugerir como futuro presidente do ACP nos próximos dias.

O dirigente Lourival Furquim pediu apoio ao prefeito, expondo que este ano a preocupação é bem maior. São apenas 12 clubes e a necessidade de se formar uma boa equipe é muito importante, não apenas pensando em títulos, mas também para evitar uma participação vexatória de um clube que na última década tem conseguido se manter no G8 e importantes conquistas como o vice campeonato em 2003 e o título estadual de 2007.